"Papo do CarValho!"
O CarValho pode aqui "falar", sem a preocupação de quem lhe queira "ouvir".
Tem gente que paga pra ser ouvido. Aqui no Blogger é de graça! E de graça, dizem, se toma até injeção na testa. Menos eu! Não é porque é de graça que vou tomar injeção na testa. Escrever aqui é de graça, mas não é por isso que estou usando este espaço. Escrever me dá prazer. É algo que me leva às reminiscências de minha infância. Quando me deliciava juntos a colegas que liam o conteúdo de minhas composições, descrições, enfim redações.
Na infância, a gente se entrega sem as limitações do "politicamente correto".
Mas logo, os nossos necessários educadores vão enquadrando-nos: isso pode, aquilo não pode. Enquadram-nos conforme sua fé.
Os religiosos submetem-nos aos preceitos de sua Igreja. Na Igreja Cristã, traz-nos uma disciplina, sob o crivo da fé, embebecida na dor, no sofrer. Resulta em sentimentos de culpa. Em outras Igrejas podem acontecer abordagens diferentes, mas todas elas incutem seus caminhos que devem levar a Deus ou aos Deuses, conforme seja: monoteísta ou politeísta.
O fato é que desde que nascemos sofremos as influências da família, da comunidade, da sociedade em geral e, no mundo globalizado em que vivemos, somos influenciados por tudo e por todos os lados, cantos e recantos deste Universo.
O processo criativo é engessado. A liberdade criativa é simbólica e dirigida conforme os interesses presentes. A censura, por menos repressora que seja, nunca deixa de existir. O que vai interferir na criatividade mais intensamente é a consequência que poderá resultar em alguma forma de penalização. Penalização moral, crítica depreciativa, desrespeito, quando não é passível de subjugo na esfera judicial.
Ainda bem que há o outro "lado da moeda". Prazer em criar, elogios e apreciação por quem venha dar valor à obra criada. Muitas vezes, também, interpretada como "cobra criada" a depender do ângulo de visão de quem ver.
No campo político então... pode ser Deus e o diabo (diabo, aqui propositadamente com letra minúscula), o mel e o fel, o doce e o amargo, o bom e o ruim... Enfim, a dualidade presente em tudo que há no Universo.
Posto isto, o "Papo do CarValho" pretende ser livre e solto, sem preconceitos e sem barreiras, sem ser de cunho religioso ou ateu, independentemente de preferência ou visão política partidária. A pretensão aqui é ficar mais próximo da resposta das crianças: "A vida é bonita".
Nenhum comentário:
Postar um comentário